Eleições 2026: 1º turno e o caminho até 25/10
Estudo eleitoral · Eleições 2026 · 1º turno

Flávio sai do 1º turno em vantagem; Lula precisa reverter 2,22 milhões de votos

O que as urnas mostraram para presidente, governadores, Senado e Câmara, o que cada candidato precisa para vencer em 25 de outubro e o que o resultado muda para governar e para o mercado.

Dados do TSE: 100% das seções apuradas · arquivo de 05/10/2026 02:58:39 · retrato de 05/10/2026, não se atualiza sozinho
47,03%
Flávio Bolsonaro (PL)
56,10 mi votos
45,16%
Lula (PT)
53,88 mi votos
2,22 mi
diferença entre os dois
1,87 ponto percentual
78,92%
compareceram
33,5 mi não votaram
7
governos com 2º turno no TSE
RJ depende de decisão judicial
25/10
data do 2º turno
presidente e 7 governos
Fatonúmero oficial (TSE, Senado, Constituição)Classificaçãocritério do estudo: esquerda, centro, centrão e direitaHipóteseconta com premissas, não previsãoAnáliseleitura do estrategista
Em 2 minutos

Quem está em vantagem, e até onde vai essa conclusão

Flávio sai do primeiro turno em vantagem. Lula precisa reverter 2,22 milhões de votos.

Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula (PT), 45,16%. A diferença foi de 1,87 ponto percentual, ou 2.224.965 votos. Isso coloca Flávio à frente no ponto de partida do segundo turno.

A vantagem pode ser revertida. O resultado de 25 de outubro dependerá de quem mantém o voto, de como se dividem os votos dos candidatos eliminados e de quem passa a votar ou deixa de comparecer.

Quanto cada um tem de chance? Este estudo não tem uma estimativa validada de probabilidade. As simulações mostram o que acontece sob hipóteses escolhidas pelo estudo; servem para testar cenários, não para medir a chance real de vitória. Por isso elas ficam na parte técnica.

Quem está em vantagem no ponto de partida?Flávio, por 2.224.965 votos no primeiro turno.
Lula pode virar?Sim, matematicamente. Se as duas bases se mantiverem, ele precisa de pouco mais de 6 em cada 10 votos dos eliminados. Ser possível não diz se é provável.
O que falta saber?Como vão mudar a escolha e o comparecimento dos eleitores entre os dois turnos. Só as pesquisas de 2º turno vão mostrar.

Os seis pontos principais

1 · O placarFlávio teve 47,03% e Lula 45,16%. Ninguém passou de 50%, por isso há 2º turno em 25/10.
2 · A condição de viradaSe quem votou nos dois repetir o voto, Lula precisa de 61,94% dos votos dos eliminados. Mesmo recebendo 60% deles, ainda ficaria atrás.
3 · O comparecimento39,4 milhões de eleitores não escolheram nenhum candidato (abstenção, brancos e nulos). O lado que perder menos eleitores até 25/10 ganha uma vantagem desproporcional.
4 · Governadores20 estados já têm governador eleito; 7 vão ao 2º turno. Rio Grande do Norte e Tocantins estão apertados. No Rio, o 2º turno depende de decisão judicial.
5 · CongressoNenhum campo tem maioria sozinho. A direita tem 132 deputados e o centrão, 167: juntos somam 299, acima da maioria de 257. Esquerda e centro somam 214. Quem decide é o centrão, que negocia com governos dos dois lados.
6 · MercadoAté 25/10, a incerteza tende a pesar mais em juros longos, câmbio e ações de estatais. Depois, o foco passa a ser a política fiscal e a capacidade do eleito de aprovar sua agenda.
Como ler os campos políticos e os termos do estudo glossário

Campos políticos (classificação do estudo). Direita = PL, Novo e Missão. Centrão = União/PP, Republicanos, Podemos, Avante, PRD/Solidariedade, Agir, Mobiliza e Democrata: a literatura acadêmica os põe na direita, e o estudo os separa porque negociam com governos dos dois lados. Centro = MDB, PSD e PSDB/Cidadania. Esquerda = PT/PCdoB/PV, PSB, PSOL/Rede e PDT. Referência: Bolognesi, Ribeiro e Codato (revista Dados, 2023). Dois partidos são posteriores a esse levantamento: o Missão, criado a partir do MBL e registrado em novembro de 2025, se define como "direita tecno-otimista" (liberalismo econômico, responsabilidade fiscal, conservadorismo social e endurecimento penal) e fica na direita; o Democrata, antigo Partido da Mulher Brasileira (PMB), renomeado no fim de 2025, é uma sigla pequena de centro a centro-direita, com conservadorismo social, e fica no centrão. Não confundir com o antigo Democratas (DEM), que se fundiu ao PSL para formar a União Brasil.

Votos válidos: votos dados a candidatos. Brancos e nulos não entram. Para vencer, é preciso mais da metade deles.
Abstenção: eleitores aptos que não foram votar.
Votos dos eliminados: os 9,32 milhões de votos dados a candidatos que não estão no 2º turno.
Ponto percentual: diferença entre dois percentuais. De 45% para 47% são 2 pontos.
Maioria absoluta: metade mais um dos membros da Casa: 257 de 513 deputados e 41 de 81 senadores.
PEC: proposta de emenda à Constituição. Exige 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos em cada Casa.
Federação: partidos que atuam como um só bloco no Congresso por pelo menos quatro anos, como PT/PCdoB/PV.
Sub judice: candidatura contestada na Justiça. Os votos podem ser validados ou anulados depois.
Presidente · o placar do 1º turno

Flávio terminou 1,87 ponto à frente, longe dos 50%

Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%. Os outros candidatos somaram 9,32 milhões de votos, mais de quatro vezes a diferença entre os dois.

Votos válidos do 1º turno Fato

Votos válidos são os dados a candidatos; brancos e nulos não entram na conta. Para vencer no 1º turno, era preciso passar de 50%.

Flávio 47,03%
Lula 45,16%
metade dos votos válidos
Flávio Bolsonaro PL
47,03%
Lula PT
45,16%
Augusto Cury AVANTE
2,89%
Renan Santos MISSÃO
2,24%
Ronaldo Caiado PSD
2,18%

O que os 158,7 milhões de eleitores fizeram no domingo Fato

Cada fatia mostra o que os eleitores aptos fizeram. Os nulos incluem 5.246 nulos técnicos; 423 eleitores sem informação no arquivo ficam fora das categorias.

Flávio
Lula
Abstenção
FlávioLulaOutros candidatosBrancos e nulosAbstenção
Como ler: a diferença de 2,22 milhões entre os dois é pequena perto dos 9,32 milhões de votos dos eliminados e dos 39,4 milhões de eleitores que não escolheram ninguém. O tamanho desses grupos mostra que a liderança pode, em tese, mudar. Ele não revela de que lado esses eleitores estão.
Ver detalhes comparação com 2022

Lula marcou 48,43% no 1º turno de 2022, contra 43,20% de Jair Bolsonaro. Em 2026, Lula tem 45,16% (3,27 pontos a menos) e Flávio, 47,03% (3,83 pontos a mais que Jair). A diferença inicial mudou cerca de 7,10 pontos a favor do candidato do PL. Isso mostra mudança no placar, não que os mesmos eleitores trocaram de lado: candidatos, comparecimento e contexto também mudaram. Referência: Senado, 1º turno de 2022.

Condições de vitória · 25/10

Dividir igualmente os votos dos eliminados mantém Flávio na frente

Se quem votou nos dois finalistas repetir o voto, Lula precisa de mais de 61,9% dos votos dos candidatos eliminados para virar, e Flávio precisa de pouco mais de 38% para se manter à frente. Isso explica a condição de vitória de cada um; não diz qual divisão vai acontecer.

O que cada candidato precisa, com a mesma régua FatoHipótese

Flávio BolsonaroLula
Ponto de partida2,22 milhões de votos a mais2,22 milhões de votos a menos
Condição geralTerminar com mais votos válidos, preservando o saldo positivo depois de todas as mudançasConseguir uma melhora líquida maior que 2,22 milhões em relação ao 1º turno
Se as bases se mantiverem e todos os eliminados votaremPrecisa de pouco mais de 38% dos votos dos eliminadosPrecisa de pouco mais de 61,9% dos votos dos eliminados
O que pode mudar a contaOs mesmos movimentos para os dois: perdas da própria base, novos apoios, troca direta de voto e mudança no comparecimento
O que os resultados não dizemQuanto desses movimentos vai acontecer, e a favor de quem

Um exemplo: o que acontece com cada divisão dos votos dos eliminados Hipótese

Imagine que quem votou nos dois finalistas repita o voto e que todos os 9,32 milhões de votos dos eliminados sejam redistribuídos entre eles. A linha pontilhada é a metade.

Metade para cada umFlávio continua à frente por 2,22 milhões votos
Flávio 50,93%
Lula 49,07%
60% para Lula, 40% para FlávioFlávio continua à frente por 362 mil votos
Flávio 50,15%
Lula 49,85%
65% para Lula, 35% para FlávioLula passa à frente por 570 mil votos
Flávio 49,76%
Lula 50,24%
Por que liderar o 1º turno ajuda: mesmo recebendo 60% dos votos dos eliminados, Lula ainda ficaria atrás. Ganhar a maioria desse grupo não basta para virar; é preciso uma maioria ampla, de cerca de dois terços.

O que muda a diferença, voto a voto

  • Um eleitor que troca de Flávio para Lula muda a diferença em 2 votos: um sai de um lado e entra no outro.
  • Um eleitor novo que vota só em Lula muda a diferença em 1 voto.
  • Um milhão de votos novos divididos 60% a 40% reduz a vantagem em 200 mil, não em um milhão.
  • Um milhão para cada lado não muda nada na diferença.

Três formas de medir o tamanho da virada Fato

São três maneiras de expressar a mesma distância, não exigências que se somam.

  • 2.224.966 votos novos líquidos de Lula, se a votação de Flávio não se mexer.
  • 1.112.483 trocas diretas de Flávio para Lula, porque cada troca vale 2.
  • 61,94% dos votos dos eliminados, se as bases ficarem intactas.

FatoO líder do 1º turno venceu os 7 segundos turnos presidenciais desde 1989 (1989, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). É um retrospecto favorável a Flávio, não uma regra.

Teste uma hipótese

Escolha quanto dos 9,32 milhões de votos dos eliminados vai para cada lado (o restante deixa de votar ou anula) e quantos eleitores novos cada lado leva às urnas. Os votos do 1º turno de Flávio e Lula ficam fixos. É uma conta simples, para entender a mecânica: não calcula chance de vitória.

Ver detalhes tabela completa das divisões

Resultado entre os dois finalistas quando Lula recebe a parte indicada dos votos dos eliminados e Flávio, o restante. Bases intactas e todos votando. Retirando os eliminados e olhando só as duas bases, a divisão é 51,01% para Flávio e 48,99% para Lula. Em números exatos, Lula precisaria de 5.770.857 votos dos eliminados; Flávio, de 3.545.892.

Lula recebeFlávio fica comLula fica com
30%52,49%47,51%
40%51,71%48,29%
50%50,93%49,07%
60%50,15%49,85%
65%49,76%50,24%
70%49,37%50,63%

Na vida real, parte desses eleitores deixa de votar, vota em branco ou anula, e isso muda o limiar. A seção Comparecimento mostra esse efeito.

Comparecimento

Quem deixar de votar pode pesar tanto quanto quem mudar de voto

A abstenção foi de 21,1%. Se só um dos lados perder eleitores, a conta muda muito: uma perda de 3% apenas na base de Flávio reduziria o que Lula precisa dos eliminados de 61,9% para 52,9%.

Perdas de cada lado Hipótese

Quanto da votação do 1º turno cada um mantém e quanto dos votos dos eliminados Lula precisaria para virar, com todos os eliminados votando.

Flávio mantémLula mantémLula precisa dos eliminados
100%100%61,94%
97%97%61,58%
97%100%52,91%
100%97%70,62%
Perdas iguais quase não mudam o equilíbrio (61,94% vira 61,58%). Perder 3% só de Flávio (cerca de 1,68 milhão de votos) derruba a exigência para 52,91%; perder 3% só de Lula (cerca de 1,62 milhão) a eleva para 70,62%.

Quem ficou em casa: abstenção por região Fato

Percentual dos eleitores aptos que não votaram. O Sudeste, onde Flávio venceu, teve mais ausências que o Nordeste, onde venceu Lula.

Sudeste
22,7%
Centro-Oeste
21,7%
Sul
20,5%
Norte
19,4%
Nordeste
18,4%
A abstenção nem sempre sobe no 2º turno. Em 2022 ela caiu de 20,95% para 20,59% (TSE via CUT; InfoMoney). Isso não prevê 2026, mas impede tratar uma alta como certa.
Ver detalhes mais 1 ponto de comparecimento, por região

Saldo líquido se o comparecimento subir 1 ponto do eleitorado e os novos eleitores votarem como os atuais da região, inclusive na proporção de brancos e nulos. É uma hipótese: a abstenção não revela a preferência de quem faltou.

Nordeste (abstenção 18,4%)
L +136 mil
Sudeste (abstenção 22,7%)
F +73 mil
Sul (abstenção 20,5%)
F +63 mil
Centro-Oeste (abstenção 21,7%)
F +28 mil
Norte (abstenção 19,4%)
F +6 mil

O Nordeste rende mais saldo por ponto porque a diferença ali é grande (Lula 64% a Flávio 31%), mas já tem abstenção menor que o Sudeste. Volume de ausentes não é saldo.

Estados e regiões

Nordeste com Lula; Sul, Sudeste e Centro-Oeste com Flávio

Flávio venceu em 15 estados e Lula em 12. Vencer mais estados não decide a eleição: o que conta é o saldo total de votos. Só São Paulo deu a Flávio mais de 3 milhões de votos de saldo, mais que a diferença nacional inteira.

Quem venceu em cada estado Fato

Cor mais forte = vitória mais larga. Passe o mouse ou toque para ver os percentuais.

Roraima: Flávio 71,1% x Lula 22,9%RR71%Amapá: Flávio 45,7% x Lula 45,7%AP46%Amazonas: Flávio 45,0% x Lula 48,2%AM48%Pará: Flávio 44,5% x Lula 49,9%PA50%Maranhão: Flávio 30,9% x Lula 64,0%MA64%Ceará: Flávio 31,3% x Lula 63,3%CE63%Rio Grande do Norte: Flávio 34,8% x Lula 59,8%RN60%Acre: Flávio 64,6% x Lula 28,7%AC65%Rondônia: Flávio 67,5% x Lula 25,9%RO67%Mato Grosso: Flávio 65,2% x Lula 29,2%MT65%Tocantins: Flávio 50,4% x Lula 43,4%TO50%Piauí: Flávio 24,1% x Lula 71,0%PI71%Pernambuco: Flávio 31,0% x Lula 63,5%PE63%Paraíba: Flávio 33,1% x Lula 61,3%PB61%Mato Grosso do Sul: Flávio 58,6% x Lula 34,7%MS59%Goiás: Flávio 53,6% x Lula 31,1%GO54%Distrito Federal: Flávio 51,3% x Lula 38,1%DF51%Bahia: Flávio 28,5% x Lula 66,2%BA66%Alagoas: Flávio 40,5% x Lula 54,7%AL55%São Paulo: Flávio 51,9% x Lula 38,2%SP52%Minas Gerais: Flávio 48,2% x Lula 43,3%MG48%Espírito Santo: Flávio 54,8% x Lula 37,8%ES55%Sergipe: Flávio 30,6% x Lula 62,8%SE63%Paraná: Flávio 59,9% x Lula 31,2%PR60%Rio de Janeiro: Flávio 53,0% x Lula 39,4%RJ53%Santa Catarina: Flávio 66,7% x Lula 25,0%SC67%Rio Grande do Sul: Flávio 55,6% x Lula 35,7%RS56%
Flávio venceuLula venceu

Saldo de votos por estado Fato

Diferença entre os dois, em milhares de votos. Azul para a direita: saldo de Flávio. Rosa para a esquerda: saldo de Lula.

SP
+3.417 mil
PR
+1.891 mil
SC
+1.873 mil
RS
+1.279 mil
RJ
+1.274 mil
GO
+863 mil
MT
+717 mil
MG
+589 mil
RO
+402 mil
ES
+383 mil
MS
+356 mil
DF
+234 mil
AC
+168 mil
RR
+157 mil
TO
+65 mil
AP
−0 mil
AM
−70 mil
AL
−260 mil
PA
−263 mil
SE
−438 mil
RN
−517 mil
PB
−710 mil
PI
−1.007 mil
MA
−1.327 mil
CE
−1.798 mil
PE
−1.816 mil
BA
−3.222 mil

Placar por região (% dos votos válidos) Fato

O Sul e o Centro-Oeste deram a Flávio mais de 56%. O Nordeste deu a Lula quase 64%.

Sul
60%
31%
Flávio +5,04 mi
Centro-Oeste
57%
33%
Flávio +2,17 mi
Sudeste
51%
40%
Flávio +5,66 mi
Norte
49%
45%
Flávio +0,46 mi
Nordeste
31%
64%
Lula +11,10 mi
FlávioLulaOutros
Ver detalhes os 27 estados e os apoios dos governadores

Eleitorado de cada estado no 1º turno

Estados em ordem de eleitorado; a barra é proporcional ao tamanho. Volumes em milhões. A última coluna mostra quanto muda a diferença se 1% dos votos válidos do estado trocar de um candidato para o outro; não é uma quantidade de eleitores disponíveis. SP, MG e RJ concentram 4,18 milhões dos votos dos eliminados (45% do total). O total nacional inclui o exterior.

FlávioLulaDemais candidatosBrancos e nulosAusentes
UFComposição do eleitoradoFlávioLulaDemaisAusentesAbstençãoTroca de 1% (mil)
SP
12,9229,5052,4567,69122,54%498
MG
5,7785,1891,0103,73522,81%240
RJ
4,9673,6930,7102,99823,32%187
BA
2,4435,6650,4532,25919,97%171
PR
3,9452,0550,5851,77220,57%132
RS
3,5742,2950,5551,82021,35%128
PE
1,7383,5540,3091,31218,17%112
CE
1,7573,5550,3061,08615,52%112
PA
2,1642,4270,2721,19619,10%97
SC
3,0001,1270,3741,08618,95%90
MA
1,2392,5660,2051,02319,73%80
GO
2,0521,1890,5871,10921,83%77
PB
0,8311,5410,1410,56517,38%50
ES
1,2330,8500,1680,63921,37%45
AM
0,9771,0470,1470,56420,16%43
PI
0,5171,5240,1060,46417,15%43
RN
0,7201,2380,1130,48918,38%41
MT
1,2990,5820,1130,58622,20%40
AL
0,7360,9950,0880,50420,63%36
DF
0,9100,6760,1880,42718,90%35
MS
0,8730,5170,1000,48323,87%30
SE
0,4180,8560,0900,30117,30%27
RO
0,6530,2510,0640,27521,71%19
TO
0,4690,4040,0570,21718,34%19
AC
0,3030,1350,0310,12520,43%9
AP
0,2120,2130,0400,10017,41%9
RR
0,2310,0740,0200,06917,12%7

Quem os 20 governadores eleitos apoiaram no 1º turno

Segundo a CNN (05/10, 03h41): 10 com Flávio, 5 com Lula, 4 neutros e 1 com Caiado. Estados em cinza claro têm governo em 2º turno.

Roraima: apoio a FlávioRRFlávioAmapá: apoio a neutroAPneutroAmazonas: governo vai ao 2º turnoAM2º TPará: apoio a FlávioPAFlávioMaranhão: apoio a neutroMAneutroCeará: apoio a LulaCELulaRio Grande do Norte: governo vai ao 2º turnoRN2º TAcre: governo vai ao 2º turnoAC2º TRondônia: apoio a FlávioROFlávioMato Grosso: apoio a FlávioMTFlávioTocantins: governo vai ao 2º turnoTO2º TPiauí: apoio a LulaPILulaPernambuco: apoio a neutroPEneutroParaíba: apoio a LulaPBLulaMato Grosso do Sul: apoio a FlávioMSFlávioGoiás: apoio a Caiado (1º turno)GOCaiadoDistrito Federal: governo vai ao 2º turnoDF2º TBahia: apoio a LulaBALulaAlagoas: apoio a neutroALneutroSão Paulo: apoio a FlávioSPFlávioMinas Gerais: apoio a FlávioMGFlávioEspírito Santo: governo vai ao 2º turnoES2º TSergipe: apoio a LulaSELulaParaná: apoio a FlávioPRFlávioRio de Janeiro: governo vai ao 2º turnoRJ2º TSanta Catarina: apoio a FlávioSCFlávioRio Grande do Sul: apoio a FlávioRSFlávio
FlávioLulaNeutroCaiado
UFGovernadorApoioGov.Cand.Dif.Venceu
SPTarcísio REPUBLICANOSFlávio62,6%51,9%+10,7Flávio 51,9%
MGCleitinho Azevedo REPUBLICANOSFlávio55,4%48,2%+7,2Flávio 48,2%
PRSergio Moro PLFlávio50,1%59,9%-9,8Flávio 59,9%
RSZucco PLFlávio58,0%55,6%+2,4Flávio 55,6%
PADr. Daniel PODEFlávio51,4%44,5%+6,9Lula 49,9%
SCJorginho Mello PLFlávio69,0%66,7%+2,3Flávio 66,7%
MTOtaviano Pivetta REPUBLICANOSFlávio60,8%65,2%-4,4Flávio 65,2%
MSEduardo Riedel PPFlávio67,1%58,6%+8,5Flávio 58,6%
ROMarcos Rogério PLFlávio56,9%67,5%-10,6Flávio 67,5%
RRArthur Henrique PLFlávio69,1%71,1%-1,9Flávio 71,1%
BAJerônimo Rodrigues PTLula55,8%66,2%-10,4Lula 66,2%
CEElmano de Freitas PTLula53,2%63,3%-10,1Lula 63,3%
PBLucas Ribeiro PPLula64,3%61,3%+3,0Lula 61,3%
PIRafael Fonteles PTLula70,9%71,0%-0,1Lula 71,0%
SEFábio PSDLula59,3%62,8%-3,5Lula 62,8%
PERaquel Lyra PSDneutro53,3%Lula 63,5%
MAEduardo Braide PSDneutro54,0%Lula 64,0%
ALJHC PSDBneutro52,2%Lula 54,7%
APDr. Furlan PSDneutro62,8%Lula 45,7%
GODaniel Vilela MDBCaiado (1º turno)59,2%Flávio 53,6%

A diferença compara votações de cargos distintos, em pontos percentuais: não identifica eleitores compartilhados nem transferíveis. Não há, com estes dados, uma forma confiável de converter apoio de governador em votos. O Pará mostra o limite: o governador apoiou Flávio, e Lula venceu no estado (49,9% a 44,5%). Sobre Daniel Vilela (GO), há notícia de expectativa de apoio a Flávio no 2º turno, ainda não um apoio confirmado.

Governadores

20 governadores eleitos; 7 estados vão ao 2º turno, dois deles apertados

Em quatro dos sete 2º turnos o líder tem vantagem ampla. Rio Grande do Norte e Tocantins estão abertos. No Rio de Janeiro, o 2º turno pode nem acontecer: depende da Justiça.

Mapa dos governadores Classificação

Cor = campo político do eleito ou do líder. Contorno amarelo tracejado = 2º turno.

Roraima: Arthur Henrique (PL) 69,1%, eleito no 1º turnoRRPLAmapá: Dr. Furlan (PSD) 62,8%, eleito no 1º turnoAPPSDAmazonas: Omar Aziz (PSD) 40,6%, vai ao 2º turnoAMPSDPará: Dr. Daniel (PODE) 51,4%, eleito no 1º turnoPAPODEMaranhão: Eduardo Braide (PSD) 54,0%, eleito no 1º turnoMAPSDCeará: Elmano de Freitas (PT) 53,2%, eleito no 1º turnoCEPTRio Grande do Norte: Allyson (UNIÃO) 36,9%, vai ao 2º turnoRNUNIÃOAcre: Mailza Assis (PP) 49,8%, vai ao 2º turnoACPPRondônia: Marcos Rogério (PL) 56,9%, eleito no 1º turnoROPLMato Grosso: Otaviano Pivetta (REPUBLICANOS) 60,8%, eleito no 1º turnoMTREPUBTocantins: Professora Dorinha (UNIÃO) 45,5%, vai ao 2º turnoTOUNIÃOPiauí: Rafael Fonteles (PT) 70,9%, eleito no 1º turnoPIPTPernambuco: Raquel Lyra (PSD) 53,3%, eleito no 1º turnoPEPSDParaíba: Lucas Ribeiro (PP) 64,3%, eleito no 1º turnoPBPPMato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PP) 67,1%, eleito no 1º turnoMSPPGoiás: Daniel Vilela (MDB) 59,2%, eleito no 1º turnoGOMDBDistrito Federal: Celina Leão (PP) 49,9%, vai ao 2º turnoDFPPBahia: Jerônimo Rodrigues (PT) 55,8%, eleito no 1º turnoBAPTAlagoas: JHC (PSDB) 52,2%, eleito no 1º turnoALPSDBSão Paulo: Tarcísio (REPUBLICANOS) 62,6%, eleito no 1º turnoSPREPUBMinas Gerais: Cleitinho Azevedo (REPUBLICANOS) 55,4%, eleito no 1º turnoMGREPUBEspírito Santo: Lorenzo Pazolini (REPUBLICANOS) 49,6%, vai ao 2º turnoESREPUBSergipe: Fábio (PSD) 59,3%, eleito no 1º turnoSEPSDParaná: Sergio Moro (PL) 50,1%, eleito no 1º turnoPRPLRio de Janeiro: Douglas Ruas (PL) 49,3%, vai ao 2º turnoRJPLSanta Catarina: Jorginho Mello (PL) 69,0%, eleito no 1º turnoSCPLRio Grande do Sul: Zucco (PL) 58,0%, eleito no 1º turnoRSPL
DireitaCentrãoCentroEsquerda

Governadores por partido Fato

Eleitos no 1º turno e líderes dos 7 estados em 2º turno, contados juntos.

PL
6
PSD
5
PP
4
REPUBLICANOS
4
PT
3
UNIÃO
2
PSDB
1
MDB
1
PODE
1

Os 7 segundos turnos

Rio de Janeiro: o 2º turno depende da Justiça

Garotinho (Republicanos) aparece no TSE com 274.411 votos (3,17%) marcados como anulados sub judice. Se a Justiça mantiver essa anulação, o denominador cai para 8.394.627 votos e Douglas Ruas vai a 50,88% (Paes 44,16%): eleito já no 1º turno, sem 2º turno. Se a Justiça validar os votos, vale o quadro oficial de hoje, 49,27% a 42,76%, e há 2º turno. Quem decide é o TSE; a conta é aritmética, não uma previsão do resultado do julgamento.

Distrito Federalvantagem ampla
Celina Leão
PP · 49,9%
x
Leandro Grass
PT · 34,5%
Vantagem no 1º turno: 15,5 pontos (cerca de 255 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber menos de 1 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 1 mil dos 258 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 51% a Flávio e 38% a Lula.
Os votos que sobraram foram sobretudo para PSDB e Novo.
Acrevantagem ampla
Mailza Assis
PP · 49,8%
x
Alan Rick
REPUBLICANOS · 32,3%
Vantagem no 1º turno: 17,5 pontos (cerca de 77 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 1 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 1 mil dos 79 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 65% a Flávio e 29% a Lula.
Os votos que sobraram estão divididos entre PSDB e PSB.
Espírito Santovantagem ampla
Lorenzo Pazolini
REPUBLICANOS · 49,6%
x
Ricardo Ferraço
MDB · 34,1%
Vantagem no 1º turno: 15,6 pontos (cerca de 329 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 2 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 7 mil dos 344 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 55% a Flávio e 38% a Lula.
O 3º colocado é do PT (15,3%); mesmo que esse eleitor vá ao 2º colocado, a frente do líder é grande.
Rio de Janeirovantagem ampla
Douglas Ruas
PL · 49,3%
x
Eduardo Paes
PSD · 42,8%
Vantagem no 1º turno: 6,5 pontos (cerca de 546 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 9 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 61 mil dos 669 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 53% a Flávio e 39% a Lula.
O próprio 2º turno depende da decisão judicial sobre os votos de Garotinho (ver o quadro acima).
Amazonasvantagem clara
Omar Aziz
PSD · 40,6%
x
Professora Maria do Carmo
PL · 24,5%
Vantagem no 1º turno: 16,1 pontos (cerca de 334 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 27 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 194 mil dos 723 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 45% a Flávio e 48% a Lula.
Roberto Cidade (União) teve 21,9%: é o eleitor que mais pode mexer nesta disputa.
Tocantinsdisputa aberta
Professora Dorinha
UNIÃO · 45,5%
x
Vicentinho Júnior
PSDB · 43,9%
Vantagem no 1º turno: 1,6 pontos (cerca de 13 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 43 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 38 mil dos 89 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 50% a Flávio e 43% a Lula.
Diferença de 1,6 ponto; Laurez Moreira (8,2%) e os demais não têm inclinação clara.
Rio Grande do Nortedisputa aberta
Allyson
UNIÃO · 36,9%
x
Cadu de Lula
PT · 36,2%
Vantagem no 1º turno: 0,8 pontos (cerca de 15 mil votos).
Para passar de 50%, bastaria ao líder receber 49 de cada 100 votos dos demais candidatos (cerca de 259 mil dos 534 mil), se todos votassem de novo. Para presidente, o estado deu 35% a Flávio e 60% a Lula.
O 3º colocado é do PL (26,7%), num estado que deu cerca de 60% a Lula para presidente.

Os cartões mostram a vantagem do 1º turno e uma conta: quantos votos dos demais candidatos o líder precisaria receber para passar de 50%, se todos votassem de novo. Não são previsões. As simulações por estado estão na seção técnica.

Por que os governadores importam para quem for eleito Análise

  • Governadores influenciam bancadas em temas regionais, como dívidas dos estados, repasses e obras.
  • 24 dos 27 eleitos ou líderes são de centro, do centrão ou de direita, o que tende a pesar na negociação de qualquer presidente, em especial de um de esquerda.
  • A esquerda elegeu 3 governadores (BA, CE e PI) e disputa o 2º turno no RN e no DF como 2ª colocada.
  • O 2º turno estadual coincide com o presidencial: no Rio e no Rio Grande do Norte, o clima nacional pode pesar.
Ver detalhes os 27 estados e o alinhamento com o presidente
Estado1º colocado%2º colocado%Situação
AcreMailza Assis PP49,8%Alan Rick REPUBLICANOS32,3%2º turno
AmazonasOmar Aziz PSD40,6%Professora Maria do Carmo PL24,5%2º turno
Distrito FederalCelina Leão PP49,9%Leandro Grass PT34,5%2º turno
Espírito SantoLorenzo Pazolini REPUBLICANOS49,6%Ricardo Ferraço MDB34,1%2º turno
Rio Grande do NorteAllyson UNIÃO36,9%Cadu de Lula PT36,2%2º turno
Rio de JaneiroDouglas Ruas PL49,3%Eduardo Paes PSD42,8%2º turno
TocantinsProfessora Dorinha UNIÃO45,5%Vicentinho Júnior PSDB43,9%2º turno
AlagoasJHC PSDB52,2%Renan Filho MDB47,4%eleito
AmapáDr. Furlan PSD62,8%Clécio UNIÃO37,0%eleito
BahiaJerônimo Rodrigues PT55,8%ACM Neto UNIÃO43,7%eleito
CearáElmano de Freitas PT53,2%Ciro Gomes PSDB46,2%eleito
GoiásDaniel Vilela MDB59,2%Wilder Morais PL22,0%eleito
MaranhãoEduardo Braide PSD54,0%Orleans Brandão MDB34,8%eleito
Mato GrossoOtaviano Pivetta REPUBLICANOS60,8%Wellington Fagundes PL23,2%eleito
Mato Grosso do SulEduardo Riedel PP67,1%Fábio Trad PT23,7%eleito
Minas GeraisCleitinho Azevedo REPUBLICANOS55,4%Patrus Ananias PT26,3%eleito
ParanáSergio Moro PL50,1%Sandro Alex PSD25,4%eleito
ParaíbaLucas Ribeiro PP64,3%Efraim Filho PL24,2%eleito
ParáDr. Daniel PODE51,4%Hana Ghassan MDB46,5%eleito
PernambucoRaquel Lyra PSD53,3%João Campos PSB44,8%eleito
PiauíRafael Fonteles PT70,9%Joel Rodrigues PP27,5%eleito
Rio Grande do SulZucco PL58,0%Juliana Brizola PDT31,6%eleito
RondôniaMarcos Rogério PL56,9%Adailton Furia PSD20,1%eleito
RoraimaArthur Henrique PL69,1%Soldado Sampaio REPUBLICANOS29,2%eleito
Santa CatarinaJorginho Mello PL69,0%Gelson Merísio PSB15,7%eleito
SergipeFábio PSD59,3%Valmir de Francisquinho REPUBLICANOS37,5%eleito
São PauloTarcísio REPUBLICANOS62,6%Fernando Haddad PT36,4%eleito

O governador acompanha o presidente do estado?

Cruzamento entre o campo do governador (eleito ou líder) e quem venceu para presidente no estado.

Governador de
direita
Governador do
centrão
Governador de
centro
Governador de
esquerda
Estados onde Flávio venceu6810
Estados onde Lula venceu0363

Partidos do centro e do centrão governam estados dos dois lados da polarização presidencial. Isso sugere margem de negociação, mas não mede poder.

Congresso

O PL terá a maior bancada nas duas Casas; nenhum campo tem maioria sozinho

Na Câmara, o PL elegeu 121 deputados. No Senado, terá 28 dos 81. Pela classificação do estudo, a Câmara fica com 124 deputados de esquerda, 90 de centro, 167 do centrão e 132 de direita: nenhum campo chega sozinho aos 257 da maioria.

Câmara: o plenário de 2027 Classificação

Cada bolinha é uma cadeira, da esquerda para a direita. Passe o mouse ou toque para ver o grupo.

PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PCDOB / PT / PV: 88PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSB: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PSOL / REDE: 15PDT: 6PDT: 6PDT: 6PDT: 6PDT: 6PDT: 6PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43PSD: 43MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36MDB: 36CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11CIDADANIA / PSDB: 11PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87PP / UNIÃO: 87REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41REPUBLICANOS: 41PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PODE: 27PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7PRD / SOLIDARIEDADE: 7AVANTE: 5AVANTE: 5AVANTE: 5AVANTE: 5AVANTE: 5MISSÃO: 1NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10NOVO: 10PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121PL: 121513cadeiras
Esquerda (124)Centro (90)Centrão (167)Direita (132)

Senado: as 81 cadeiras Fato

54 eleitos agora (parte escura) e 27 que continuam até 2031 (parte clara), pela filiação atual da lista oficial do Senado.

PL
28
PT
9
MDB
8
REPUBLICANOS
6
PP
6
UNIÃO
5
PSD
5
PSB
4
NOVO
3
PODE
2
PSDB
2
PDT
1
REDE
1
S/PARTIDO
1

O que ainda pode mudar no Senado

Duas substituições já conhecidas dependem da posse nos governos: Cleitinho (Republicanos) dá lugar a Alex Diniz (PL) e Sergio Moro (PL) a Luís Felipe Cunha (União). O registro de Deltan Dallagnol (Novo-PR) tem pendência na Justiça; se a inelegibilidade for confirmada, haverá nova eleição para a vaga. Alan Rick (AC), Omar Aziz (AM) e Dorinha (TO) disputam governos no 2º turno; se eleitos, entram suplentes. Fonte: Agência Senado, 04/10.

Ver detalhes bancadas por partido, os 54 eleitos e as assembleias

Câmara: bancadas por partido ou federação

Federações votam como um bloco. *Referência de 2022: tabela oficial do TSE retotalizada até 20/07/2024, não a composição imediatamente anterior a 2026; União e PP, e PRD e Solidariedade, são somados para comparar com as federações. Em SP e MG, o TSE ainda marcava a lista nominal como parcial.

GrupoCampo20262022*Variação
PLDireita12199+22
PT / PCdoB / PVEsquerda8881+7
União / PPCentrão87106-19
PSDCentro4342+1
REPUBLICANOSCentrão4140+1
MDBCentro3642-6
PODECentrão2718+9
PSBEsquerda1514+1
PSOL / RedeEsquerda1514+1
PSDB / CidadaniaCentro1118-7
NOVODireita103+7
PRD / SolidariedadeCentrão712-5
PDTEsquerda617-11
AVANTECentrão57-2
MISSÃODireita10+1

Senado: os 54 eleitos agora

PE
CE
ES
PB
BA
BA
MG
PE
RN
SE
CE
AM
PA
PB
PI
RR
SE
TO
AP
PI
AL
AM
AP
RN
AL
MA
SP
AC
ES
GO
MT
PA
MA
PR
RS
AC
DF
DF
GO
MG
MS
MS
MT
PR
RJ
RJ
RO
RO
RR
RS
SC
SC
SP
TO
Esquerda (11)Centro (11)Centrão (10)Direita (22)
PL
19
MDB
7
PT
6
PP
3
PSB
3
UNIÃO
3
NOVO
3
REPUBLICANOS
2
PSDB
2
PODE
2
PSD
2
REDE
1
PDT
1
PartidoNovosContinuamFiliação atualApós substituições
PL1992828
PT6399
MDB7188
REPUBLICANOS2465
PP3366
UNIÃO3256
PSD2355
PSB3144
NOVO3033
PODE2022
PSDB2022
PDT1011
REDE1011
S/PARTIDO0111

Após as substituições conhecidas: direita 31, centrão 19, centro 15, esquerda 15, sem partido 1. Mudanças de partido, licenças e ministérios até fevereiro podem alterar a conta. No Acre, os 145.244 votos anulados sub judice de Gladson Cameli não mudam a colocação dele (3º).

Assembleias Legislativas

1.059 deputados estaduais e distritais (1.035 nas assembleias e 24 na Câmara Legislativa do DF). É onde os governadores precisam de maioria.

Esquerda 264
Centro 242
Centrão 324
Direita 229
  • São Paulo: o Republicanos de Tarcísio tem 6 das 94 cadeiras. Com PL, PSD e União/PP somam 51, acima dos 48 da maioria, se agirem juntos.
  • Minas Gerais: o Republicanos de Cleitinho tem 4 de 77. Com PL, Novo e União/PP chega a 35, abaixo dos 39 da maioria.
  • Alagoas: o MDB tem 15 de 27 (maioria própria), e o PSDB de JHC tem 2. Maranhão: MDB 17 de 42, PSD de Braide 4.
  • Paraná: PL e PSD empatam em 14 de 54. Santa Catarina: PL 16 de 40; com Republicanos e Novo chega a 20, abaixo dos 21 da maioria.
  • Bahia: a federação do PT tem 20 de 63. Ceará: PT/PCdoB/PV e PSB juntos têm 25 de 46.

Governador com votação larga pode ter poucos deputados do próprio partido. Isso não indica oposição; indica que a negociação será intensa.

UFVagasMaioriaDistribuição publicadaTotalização
AC2413União / PP: 9; PL: 4; REPUBLICANOS: 3; MDB: 2; PSD: 2; PDT: 1; PT / PCdoB / PV: 1; PSDB / Cidadania: 1; NOVO: 1final
AL2714MDB: 15; União / PP: 5; PT / PCdoB / PV: 3; PL: 2; PSDB / Cidadania: 2final
AM2413União / PP: 5; PSD: 4; MDB: 3; PL: 3; AVANTE: 3; PODE: 2; PT / PCdoB / PV: 2; AGIR: 1; REPUBLICANOS: 1final
AP2413União / PP: 6; REPUBLICANOS: 5; PDT: 3; PODE: 2; MDB: 2; PSD: 2; PSOL / Rede: 2; PT / PCdoB / PV: 1; PL: 1final
BA6332PT / PCdoB / PV: 20; PSD: 9; União / PP: 8; PL: 7; AVANTE: 5; PDT: 5; REPUBLICANOS: 4; MDB: 2; PSDB / Cidadania: 2; PSOL / Rede: 1pendente
CE4624PSB: 13; PT / PCdoB / PV: 12; PL: 6; PSD: 3; União / PP: 3; PSDB / Cidadania: 3; REPUBLICANOS: 2; PSOL / Rede: 2; MDB: 1; PRD / Solidariedade: 1final
DF2413PL: 5; União / PP: 4; PT / PCdoB / PV: 3; REPUBLICANOS: 3; MDB: 3; PSB: 2; PSOL / Rede: 2; PSD: 1; PODE: 1final
ES3016PL: 6; União / PP: 5; PODE: 4; MDB: 4; PT / PCdoB / PV: 3; PSB: 3; AGIR: 2; REPUBLICANOS: 2; PSOL / Rede: 1final
GO4121MDB: 7; PL: 5; União / PP: 5; PRD / Solidariedade: 4; PT / PCdoB / PV: 4; MOBILIZA: 3; PSDB / Cidadania: 3; PSD: 2; NOVO: 2; PODE: 2; AGIR: 2; REPUBLICANOS: 1; PSB: 1final
MA4222MDB: 17; PL: 7; PSD: 4; REPUBLICANOS: 4; PDT: 3; PT / PCdoB / PV: 2; União / PP: 2; PSB: 2; PRD / Solidariedade: 1final
MG7739PL: 21; PT / PCdoB / PV: 17; PSD: 9; União / PP: 8; REPUBLICANOS: 4; PRD / Solidariedade: 3; PSDB / Cidadania: 3; PSB: 2; PODE: 2; AVANTE: 2; PSOL / Rede: 2; NOVO: 2; DEMOCRATA: 1; PDT: 1pendente
MS2413PL: 9; União / PP: 4; PT / PCdoB / PV: 4; PSDB / Cidadania: 3; REPUBLICANOS: 2; AVANTE: 1; MDB: 1final
MT2413PODE: 6; PL: 4; REPUBLICANOS: 4; MDB: 3; PSDB / Cidadania: 2; PT / PCdoB / PV: 2; União / PP: 2; PSD: 1final
PA4121MDB: 13; PL: 7; União / PP: 5; PT / PCdoB / PV: 4; PSD: 3; PODE: 3; REPUBLICANOS: 2; AVANTE: 2; PDT: 1; PSOL / Rede: 1final
PB3619União / PP: 10; REPUBLICANOS: 8; PL: 6; PT / PCdoB / PV: 5; MDB: 4; PSB: 3final
PE4925PT / PCdoB / PV: 9; PSD: 9; PSB: 9; União / PP: 8; PODE: 6; PL: 3; MDB: 2; NOVO: 1; AVANTE: 1; REPUBLICANOS: 1final
PI3016PT / PCdoB / PV: 14; MDB: 8; PSD: 5; União / PP: 3final
PR5428PL: 14; PSD: 14; PT / PCdoB / PV: 8; União / PP: 6; NOVO: 3; REPUBLICANOS: 3; PODE: 3; MDB: 2; PDT: 1pendente
RJ7036PL: 21; PT / PCdoB / PV: 10; PSD: 9; União / PP: 9; PSOL / Rede: 5; REPUBLICANOS: 3; PRD / Solidariedade: 3; MDB: 2; PSB: 2; PDT: 2; AGIR: 1; PSDB / Cidadania: 1; NOVO: 1; DC: 1final
RN2413PL: 7; PT / PCdoB / PV: 7; União / PP: 6; PSDB / Cidadania: 3; MDB: 1final
RO2413PL: 7; PSD: 3; PRD / Solidariedade: 3; NOVO: 2; PT / PCdoB / PV: 2; REPUBLICANOS: 2; União / PP: 2; AVANTE: 2; PODE: 1final
RR2413União / PP: 9; PL: 5; PODE: 3; REPUBLICANOS: 3; PDT: 2; AGIR: 1; MDB: 1final
RS5528PL: 12; PT / PCdoB / PV: 10; União / PP: 8; MDB: 5; PSD: 5; REPUBLICANOS: 4; PDT: 4; PSOL / Rede: 3; PODE: 2; PSDB / Cidadania: 1; NOVO: 1final
SC4021PL: 16; PT / PCdoB / PV: 5; MDB: 4; União / PP: 4; PSD: 3; REPUBLICANOS: 3; PODE: 2; PDT: 1; PSOL / Rede: 1; NOVO: 1final
SE2413União / PP: 6; PSD: 5; PT / PCdoB / PV: 3; REPUBLICANOS: 3; PL: 2; MDB: 2; PSB: 2; AVANTE: 1final
SP9448PL: 27; PT / PCdoB / PV: 16; PSD: 9; União / PP: 9; PSOL / Rede: 9; PODE: 6; REPUBLICANOS: 6; MDB: 5; PSB: 3; MISSÃO: 1; PRD / Solidariedade: 1; NOVO: 1; PSDB / Cidadania: 1pendente
TO2413REPUBLICANOS: 5; PL: 5; União / PP: 3; MDB: 3; PT / PCdoB / PV: 2; PODE: 2; PSDB / Cidadania: 2; PSD: 1; PRD / Solidariedade: 1final

"Pendente" = o TSE ainda não fechou a totalização nominal (BA, MG, PR e SP). As cadeiras por partido vêm do arquivo oficial e podem mudar levemente.

Governabilidade

Somado ao centrão, o campo de Flávio passa da maioria nas duas Casas; Lula dependeria do centrão

Com o vizinho mais próximo, os pontos de partida são bem diferentes. Na Câmara, direita e centrão somam 299 deputados, acima dos 257 da maioria; esquerda e centro somam 214. No Senado, direita e centrão somam 50 de 81; esquerda e centro, 30. A ressalva: o centrão não é aliado automático. Negocia com governos dos dois lados, cobra pelo apoio e vota de forma diferente em cada pauta.

A distância de cada campo até a maioria ClassificaçãoFato

Campos do estudo: direita = PL, Novo e Missão; centrão = União/PP, Republicanos, Podemos, Avante e PRD/Solidariedade; centro = MDB, PSD e PSDB/Cidadania; esquerda = PT/PCdoB/PV, PSB, PSOL/Rede e PDT. No Senado, após as substituições conhecidas (1 senador sem partido). Supõe que cada soma vote unida; são grupos de análise, não listas de apoio a um futuro governo.

MedidaCampo de direitaCampo de esquerdaLeitura
Câmara: cadeiras do próprio campo (de 513)132124Núcleos parecidos: diferença de 8 deputados
Câmara: somando o vizinho mais próximo299214Direita + centrão e esquerda + centro
Câmara: maioria de 257 com o vizinhopassa (+42)faltam 43Só a direita chega à maioria com o vizinho
Senado: cadeiras do próprio campo (de 81)3115Distância maior entre os grupos
Senado: somando o vizinho mais próximo5030Direita + centrão e esquerda + centro
Senado: maioria de 41 com o vizinhopassa (+9)faltam 11Mesmo padrão da Câmara
PEC com o vizinho (308 e 49)faltam 9 · passa (+1)faltam 94 · faltam 19Emenda constitucional exige acordos amplos

Se Flávio vencer: a escada até a maioria

Base própria
257308
EtapaCadeirasAcumulado
PL + Novo + Missão132132
+ Republicanos41173
+ União/PP87260 3 acima de 257 (maioria)
+ PSD43303 46 acima de 257 (maioria)
+ MDB36339 31 acima de 308 (PEC)

Se Lula vencer: a escada até a maioria

Base própria
257308
EtapaCadeirasAcumulado
PT/PCdoB/PV + PSB + PSOL/Rede + PDT124124
+ PSD43167
+ MDB36203
+ União/PP87290 33 acima de 257 (maioria)
+ Podemos27317 9 acima de 308 (PEC)

Exemplos aritméticos de acordos possíveis, não coalizões formadas. Supõem apoio integral e presença de todos. A ordem dos partidos em cada escada é uma escolha do estudo: o Republicanos aparece perto de Flávio por proximidade política, o que é um julgamento. O exemplo de Flávio chega a 260 deputados com Republicanos e União/PP, apenas 3 acima da maioria: quatro ausências ou votos contrários já a derrubariam. O exemplo de Lula chega a 290 com PSD, MDB e União/PP, uma margem maior, mas que exige acordos com mais partidos de fora do seu campo.

Três perguntas que transformam cadeiras em governo Análise

  • Quais apoios estão confirmados? Proximidade política, apoio na eleição e compromisso com uma agenda no Congresso são coisas diferentes.
  • A maioria tem margem para dissidências? Uma maioria de 260 deputados é condicional e apertada; votações relevantes costumam ter ausências e votos contrários dentro da própria base.
  • Há apoio nas duas Casas, e para quais pautas? Uma aliança pode concordar em segurança pública e divergir em tributos, gastos ou reformas. Número de cadeiras não substitui essa análise.

Contar cadeiras é necessário, mas insuficiente. Presidências da Câmara e do Senado, lideranças, comissões, relação com governadores e execução do orçamento também pesam.

Quanto cada tipo de decisão exige Fato

Decisão federalCâmaraSenadoComo interpretar
Lei ordináriamaioria dos presentesmaioria dos presentesPrecisa haver maioria absoluta presente na Casa; não são sempre necessários 257 ou 41 votos a favor.
Lei complementar25741Maioria absoluta dos membros.
Emenda à Constituição30849Três quintos, em dois turnos em cada Casa.
Ministro do STFnão vota41Maioria absoluta no Senado.

Referência: Constituição Federal, arts. 47, 60, 69 e 101. São exigências institucionais, não garantia de que uma soma de partidos votará unida.

Mercado

O que isso significa para o mercado

Até 25/10, o principal fator é a incerteza sobre quem vence; depois, o que pesa é a política econômica do eleito e sua capacidade de aprová-la no Congresso. Os ativos mais sensíveis a essa leitura costumam ser os juros futuros longos, o câmbio e as ações de estatais e de setores regulados.

Até o 2º turno Análise

  • As pesquisas de 2º turno tendem a ser o principal gatilho de oscilação, porque são a primeira medida direta de como os eleitores dos eliminados e os ausentes vão se comportar.
  • Movimentos de preço nesse período refletem mudança de expectativa, não o resultado. Podem se inverter rapidamente com uma nova pesquisa ou um apoio relevante.

Política fiscal e juros Análise

  • O ponto central é a credibilidade da regra fiscal e da trajetória da dívida pública. Ela se transmite à curva de juros e, por ela, ao custo de capital das empresas e ao preço das ações.
  • Juros longos tendem a reagir mais a sinais sobre gasto, metas e equipe econômica do que ao placar eleitoral em si.

Câmbio e capital estrangeiro Análise

  • O real costuma refletir a percepção de risco fiscal e político; períodos de incerteza eleitoral tendem a aumentar a volatilidade.
  • O fluxo de investidores estrangeiros acompanha a leitura sobre previsibilidade das regras e sobre as contas públicas.

Estatais e setores regulados Análise

  • Ações de estatais respondem a expectativas sobre governança, política de preços, investimentos e distribuição de dividendos.
  • Energia, saneamento, infraestrutura e concessões dependem de regras definidas pelo governo e por agências; mudanças de orientação afetam esses setores primeiro.

Perguntas que o mercado fará se Flávio vencer

  • Quem comandará a equipe econômica e com que orientação.
  • Qual o compromisso com a regra fiscal e com as metas de resultado.
  • Qual o ritmo de concessões e privatizações.
  • Se o apoio do centrão (167 deputados e 19 senadores) se confirma para a agenda econômica, e a que custo.

Perguntas que o mercado fará se Lula vencer

  • Se o arcabouço fiscal será mantido ou ajustado, e como.
  • Qual a orientação para as estatais: preços, investimentos e dividendos.
  • Qual o ritmo de crescimento dos gastos públicos.
  • Como atrair o centrão, já que esquerda e centro somam 214 deputados e 30 senadores, abaixo da maioria.

Leitura de caráter informativo sobre os canais pelos quais a eleição costuma afetar os preços. Não indica direção de preços nem constitui recomendação de investimento. Decisões de investimento devem considerar o perfil, os objetivos e a orientação de um assessor.

Próximas semanas

O que observar até 25 de outubro

Pesquisas de 2º turnoSão a primeira medida de como se dividem os votos dos eliminados e de quem pretende comparecer. Se divergirem das premissas deste estudo, as premissas devem ser revistas.
Apoios dos eliminadosCaiado (2,18%), Cury (2,89%), Renan Santos (2,24%) e Zema (0,27%) somam 7,6% dos votos. Apoio declarado não equivale a votos entregues; o efeito só aparece nas pesquisas.
ComparecimentoA abstenção de 21,1% foi maior no Sudeste (22,7%) que no Nordeste (18,4%). Mudança nesse padrão altera o saldo.
Justiça e estadosA decisão sobre os votos de Garotinho define se há 2º turno no Rio; a pendência de Deltan Dallagnol pode mudar uma vaga do Senado. RN e TO têm disputas apertadas no mesmo dia.
Detalhe técnico

Para quem quer conferir as contas

As seções a seguir trazem as simulações, as premissas, as outras leituras publicadas e o método. As conclusões acima não dependem delas.

Simulações

O que as simulações mostram, e o que não medem

O estudo simulou 50 mil cenários hipotéticos para a Presidência e 40 mil para cada estado com 2º turno. Os percentuais abaixo são a frequência com que cada candidato vence nesses cenários, sob premissas escolhidas pelo estudo. Não são a chance real de vitória: mudam bastante quando as premissas mudam, e não foram calibrados com resultados passados.

1. As premissas vêm primeiro Hipótese

Para onde vão, em média, os votos de cada eliminado no cenário base. São premissas do estudo, apoiadas no perfil de cada candidato, não em pesquisa. Cada simulação sorteia variações em torno delas.

CandidatoVotos→ Flávio→ LulaNão vota
Augusto Cury (Avante)
Centro moderado e eleitorado evangélico; sem lado claro
3,45 mi45%25%30%
Renan Santos (Missão)
Antissistema; mais crítico do PT, mas muita abstenção
2,68 mi50%10%40%
Ronaldo Caiado (PSD)
Centro-direita e crítico do PT; maior inclinação a Flávio
2,61 mi65%12%23%
Romeu Zema (Novo)
Liberal de direita; quase todo para Flávio
0,33 mi80%3%17%
Esquerda menor (UP, PSTU, PCB, PCO)
Votam em Lula contra Flávio, muitos se abstêm
0,20 mi3%55%42%
Outros (DC, Democrata)
Pequenos, perfil conservador
0,06 mi55%10%35%

Além disso: cada finalista mantém cerca de 99% da própria votação; cada lado leva em média 1,5 milhão de novos eleitores às urnas; e uma oscilação de campanha de até 3,5 milhões de votos é sorteada em cada cenário. Em 2022, a diferença entre os dois mudou 3,4 pontos entre o 1º e o 2º turno; a oscilação reserva espaço para algo desse tamanho.

2. O resultado, sob essas premissas Hipótese

Flávio vence em 91% dos cenários com as premissas base e em 84% num cenário cauteloso, que tira 10 pontos de cada transferência a Flávio e dá 5 a Lula. A mediana das simulações dá a Flávio 52,3% dos votos válidos; 90% delas ficam entre 49,5% e 55,2%.

Distribuição do percentual de Flávio nas simulações. Cada coluna é uma faixa de 0,5 ponto. Azul: Flávio vence. Rosa: Lula vence. A linha amarela é o empate.

44,0% a 44,5%: 1 cenários44,5% a 45,0%: 1 cenários45,0% a 45,5%: 1 cenários45,5% a 46,0%: 7 cenários46,0% a 46,5%: 6 cenários46,5% a 47,0%: 30 cenários47,0% a 47,5%: 70 cenários47,5% a 48,0%: 188 cenários48,0% a 48,5%: 316 cenários48,5% a 49,0%: 638 cenários49,0% a 49,5%: 1.181 cenários49,5% a 50,0%: 1.897 cenários50,0% a 50,5%: 2.750 cenários50,5% a 51,0%: 3.885 cenários51,0% a 51,5%: 4.787 cenários51,5% a 52,0%: 5.467 cenários52,0% a 52,5%: 5.839 cenários52,5% a 53,0%: 5.537 cenários53,0% a 53,5%: 4.953 cenários53,5% a 54,0%: 4.081 cenários54,0% a 54,5%: 3.223 cenários54,5% a 55,0%: 2.173 cenários55,0% a 55,5%: 1.374 cenários55,5% a 56,0%: 818 cenários56,0% a 56,5%: 427 cenários56,5% a 57,0%: 192 cenários57,0% a 57,5%: 99 cenários57,5% a 58,0%: 41 cenários58,0% a 58,5%: 10 cenários58,5% a 59,0%: 4 cenários59,0% a 59,5%: 3 cenários59,5% a 60,0%: 0 cenários60,0% a 60,5%: 0 cenários60,5% a 61,0%: 1 cenários50%44%46%48%50%52%54%56%58%60%
O quanto o número depende das premissas: mudando só a oscilação de campanha, Flávio vence em 99,8% dos cenários sem oscilação, 91,3% com a oscilação adotada e 77,6% com o dobro. Esse intervalo mede só uma das incertezas; transferências e comparecimento também podem ser diferentes do suposto. Por isso nenhum desses números é previsão.

3. E se Lula levar mais gente às urnas? Hipótese

Frequência de vitória de Flávio (8 mil cenários por linha) quando Lula mobiliza mais eleitores do que ele entre quem não votou no 1º turno.

Mobilização igual dos dois lados
91%
Lula mobiliza +0,5 mi a mais
90%
Lula mobiliza +1,0 mi a mais
87%
Lula mobiliza +1,5 mi a mais
84%
Lula mobiliza +2,0 mi a mais
81%
Lula mobiliza +3,0 mi a mais
74%
Lula mobiliza +4,0 mi a mais
66%

Cada milhão a mais tira cerca de 5 pontos da frequência de Flávio. É sensibilidade do modelo, não estimativa de comportamento.

4. Os 7 segundos turnos estaduais Hipótese

Frequência de vitória do líder em 40 mil cenários por estado, com outro modelo (transferência ao líder, perda de votos e choque de 1,8 ponto).

EstadoLíderVantagem (pontos)Precisa, a cada 100Frequência
Distrito FederalCelina Leão15,5<1>99%
AcreMailza Assis17,51>99%
Espírito SantoLorenzo Pazolini15,62>99%
Rio de JaneiroDouglas Ruas6,5996%
AmazonasOmar Aziz16,12799%
TocantinsProfessora Dorinha1,64365%
Rio Grande do NorteAllyson0,84965%
Ver detalhes ponto de virada e grade de combinações

O ponto de virada

Se Flávio receber X% dos votos dos eliminados, quanto Lula precisa receber para empatar? Acima de 100% é impossível.

0%25%50%75%100%Se Flávio receber 0% do pool, Lula precisa de 24%Se Flávio receber 10% do pool, Lula precisa de 34%Se Flávio receber 20% do pool, Lula precisa de 44%Se Flávio receber 30% do pool, Lula precisa de 54%Se Flávio receber 40% do pool, Lula precisa de 64%Se Flávio receber 50% do pool, Lula precisa de 74%Se Flávio receber 60% do pool, Lula precisa de 84%0%10%20%30%40%50%60%cenário base: Flávio 52% do pool% do pool que vai para Flávio

Com Flávio recebendo 52% desses votos (a média das premissas), Lula precisaria de 76%, o que somado passa de 100%: só com esses votos ele não vira. Para virar, Flávio teria de ficar com menos de 38% deles, ou a mobilização teria de ser muito assimétrica.

Quem vence em cada divisão

F = Flávio vence, L = Lula vence, sem mobilização extra. Cada linha é o que Flávio recebe dos votos dos eliminados; cada coluna, o que Lula recebe.

↔ Arraste a grade para o lado para ver todas as colunas.

Parte do pool que vai para Lula →
Flávio ↓0%10%20%30%40%50%60%70%80%90%100%
0%FFFLLLLLLLL
10%FFFFLLLLLL
20%FFFFFLLLL
30%FFFFFFLL
40%FFFFFFF
50%FFFFFF
60%FFFFF
70%FFFF
80%FFF
90%FF
100%F

Outras leituras publicadas Hipótese

Números de natureza diferente: um exercício deste estudo, um preço de mercado e dois modelos feitos antes da votação. Por isso não são somados, não viram média e não formam um intervalo de consenso. Os números de terceiros foram lidos em navegador em 05/10 e não foram reverificados.

FonteO que éFlávioLimite
Simulação deste estudo
05/10, depois da apuração
Cenários hipotéticos com premissas de transferência escolhidas pelo estudo84% a 91%Frequência condicional às premissas, sem calibração
Polymarket, via Urna Aberta
05/10, por volta de 06h39
Preço de contrato em mercado de previsão82%Preço de mercado, não pesquisa nem modelo
EleiçãoBR
pesquisas até 03/10
Modelo com 61 pesquisas, feito antes da votação70%Anterior ao resultado do dia 4
Plano Político
atualizado em 03/10
Modelo próprio, feito antes da votação63%Anterior ao resultado do dia 4
Método, fontes e limites

Como este estudo foi feito

Fonte dos números

Todos os resultados vêm dos arquivos de divulgação do TSE (resultados.tse.jus.br), com arquivo nacional de 05/10/2026 02:58:39, conferidos de novo às 07h38 de 05/10 sem mudanças: presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, nos 27 estados. A apuração aparece com 100% das seções; a totalização nacional da Presidência ainda não estava marcada como encerrada.

Fontes: TSE, Presidência · Senado, senadores em exercício · Agência Senado · Agência Brasil, RJ · TSE, Câmara 2022 · Constituição. Os números de presidente também batem com o urnaaberta.com.br.

O que é fato, classificação e hipótese

Fatovotos, percentuais, eleitos e cadeiras, como publicados pelo TSE. Classificaçãoa divisão dos partidos em esquerda, centro, centrão e direita, critério do estudo apoiado na literatura (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023). Hipóteseas contas com premissas e as simulações: 50 mil cenários no base, 20 mil no cauteloso e 8 mil por linha de sensibilidade (semente fixa 26); 40 mil por estado. Não usam pesquisas. A calculadora é uma conta separada e não recalcula as simulações. Análiseas leituras de governabilidade e de mercado.

Painéis consultados e seus limites

Painéis dinâmicos: uma atualização posterior pode mudar o que aparece. O TSE foi usado para resolver diferenças.

FonteO que mostraUso e limite
ElectoMapsPresidência em 99,99% (corte 00h45), mapas e comparação territorial.Útil para geografia. O ">99%" fala da liderança no 1º turno, não da vitória no 2º.
SeuImpostoPresidência em 100% (03h00), votos iguais ao TSE; 390 deputados federais marcados como eleitos.390 é a lista já marcada como eleita, não o tamanho da Câmara.
Plano PolíticoApuração em 100% (03h10). Alguns percentuais de governador diferem por tratar votos sub judice.O estudo usa os percentuais oficiais do TSE. O modelo presidencial (63% Flávio, 03/10) é anterior à votação.
Urna AbertaApuração em 100% igual ao TSE; Polymarket 82%/18% por volta de 06h39.Preço de mercado de previsão, não pesquisa nem previsão do estudo.
EleiçãoBRProjeção de 2º turno 51,5%/48,5% e chance de 70%/30%, sobre 61 pesquisas até 03/10.Modelo anterior ao resultado; a projeção de 1º turno estava defasada.

Limites

  • As premissas de transferência são médias por perfil de candidato. Debates, escândalos e eventos de campanha não estão no cálculo.
  • Decisões judiciais (votos de Garotinho no RJ, registro de Deltan Dallagnol no PR), diplomação e estabilidade de coalizões não estão certificadas aqui; a lista de pendências não é exaustiva.
  • Em SP e MG (Câmara) e em BA, MG, PR e SP (assembleias), a lista nominal de eleitos estava em totalização parcial no TSE.
  • Senado: os 54 eleitos vêm do TSE; os 27 mandatos até 2031 vêm da lista oficial do Senado, com as duas substituições já conhecidas. Outras suplências, licenças e ministérios podem mudar a composição até fevereiro.
  • A classificação em campos é simplificada: o centrão vota ora com um lado, ora com outro, e cada partido tem alas internas.

Este material tem caráter exclusivamente informativo e analítico, com base em dados públicos. Não é pesquisa eleitoral, projeção oficial de resultado nem recomendação de investimento. A Genial Investimentos não faz campanha para candidato ou partido. Decisões de investimento devem considerar o perfil, os objetivos e a orientação de um assessor.

Filipe Villegas
Estrategista de Ações, CNPI-P · Genial Investimentos
São Paulo, 05 de outubro de 2026

Estudo eleitoral · 1º turno de 2026 · dados do TSE em 05/10/2026 02:58:39.

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